Diplomação da nova diretoria e conselheiros do CRF-PB

Diplomação da nova diretoria e conselheiros do CRF-PB

Diplomação dos novos conselheiros é marcada pela reafirmação de propostas para categoria

Na 658ª Sessão Plenária Ordinária desta terça-feira, 14 de dezembro, ocorreu a posse e diplomação da diretoria (biênio 2022 – 2023) e dos conselheiros regional efetivo do Estado da Paraíba (quadriênios 2022 – 2025 e 2023 – 2026), que foram eleitos pelos farmacêuticos no último pleito, realizado entre 11 e 12 de novembro deste ano.

Durante a plenária foi apresentado o plano de fiscalização para o ano de 2022 e a proposta de deliberação, onde foi estabelecido as diretrizes deste regional referente à carga horária de assistência farmacêutica exigida dos diversos tipos de estabelecimentos farmacêuticos registrados no CRF-PB.

A solenidade de posse foi marcada pela reafirmação do comprimento de propostas feitas durante a campanha e, agora, com ainda mais entusiasmo.

Cila Gadelha esteve a frente do Conselho durante 10 (dez) anos e ressalta que mesmo sem estar no posto de presidente, ainda continua ao lado do atual gestor, Moabe Domingos, e demais membros que compõem a chapa, para aprimorar a atual fiscalização, que é a alma deste Conselho, por meio de uma gestão participativa, no sentido de usar a tecnologia ao favor de humanizar a fiscalização e orientar, também, além dos farmacêuticos, os estabelecimentos a funcionarem cumprindo com a legislação.

Durante o seu mandato, foi adquirido o espaço onde hoje se encontra a sede do CRF-PB, mesmo se despedindo do mandato de presidente, durante a solenidade foi apresentado por ela o novo projeto de reforma e ampliação, onde o aprimoramento do prédio irá beneficiar o público, os nossos colaboradores e principalmente a classe farmacêutica, que poderão contar com um espaço mais amplo, moderno, seguro e funcional.

Veja o vídeo do projeto de reforma da sede do CRF-PB: 

Muitos agradecimentos a atual diretoria e inúmeras inspirações dos novos integrantes do Conselho.

Assim foi a tarde de plenária e posse do CRF-PB, o evento ocorreu presencialmente, mas com limite de público, foi abrilhantado com homenagens e compromissos pela união e defesa da classe farmacêutica.

Confira a lista completa dos conselheiros empossados:

Diretoria 2022/2023

Presidente: Moabe Domingos

Vice-Presidente: Magna Fernanda

Sec. Geral: Cila Gadelha

Tesoureira: Kamilla Queiroga

Mandato 2022/2025

Cila Gadelha

Magna Fernanda

José Ricardo

Kamilla Queiroga

Mandato 2023/2026

Lairton Vieira

Sávio Alexandria

Fernanda Nóbrega

Mônica Valéria

Compromisso e Respeito aos Farmacêuticos da Paraíba.

 

 

09/12 – Dia Nacional da Criança Com Deficiência

09/12 – Dia Nacional da Criança Com Deficiência

No Dia da Criança com Deficiência, nos lembramos da importância de cuidar, entender e ajudar essas crianças a vencer todos os obstáculos impostos

Estimativas sugerem que há pelo menos 93 milhões de crianças com deficiência no mundo, mas os números podem ser muito maiores. De acordo com dados do IBGE de 2010, o Brasil tem cerca de 45 milhões de pessoas com deficiência. Destas, 3.905.235 são crianças de 0 a 14 anos e, com deficiência intelectual, também nessa faixa etária, são 391.266 crianças.

Muitas vezes, estão entre os membros mais pobres da população. São menos propensos a frequentar a escola, a acessar serviços médicos ou a ter suas vozes ouvidas na sociedade.

Suas deficiências também as colocam em maior risco de abuso físico, e muitas vezes as excluem de receber nutrição adequada ou assistência humanitária em emergências.

A abordagem baseada na equidade é um dos alicerces da agenda do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) para políticas e programas – tanto no desenvolvimento quanto na ação humanitária – e desenvolver lideranças sobre os direitos das crianças com deficiência, capacitação entre funcionários e parceiros.

A atenção farmacêutica, pode contribuir dignamente para o reconhecimento da profissão farmacêutica e para a manutenção da saúde dos portadores de cuidados especiais e da população em geral. A qualidade dos resultados se mede diretamente pela melhora da qualidade de vida oferecida ao paciente.

E essa melhora deve ser obtida pela otimização da terapia medicamentosa e resolução de problemas relacionados aos medicamentos. visando os benefícios que poderão ser observados através da melhora da sobrevida desses pacientes, uma maior aderência ao tratamento e a tentativa da melhora de todos os problemas que possam surgir relacionados com a terapia medicamentosa.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), instituído pela Lei nº 8.069/1990, dispõe:

Título II – Dos Direitos Fundamentais

Capítulo I – Do Direito à Vida e à Saúde

Art. 11. É assegurado atendimento integral à saúde da criança e do adolescente, por intermédio do Sistema Único de Saúde, garantido o acesso universal e igualitário às ações e serviços para promoção, proteção e recuperação da saúde.

1º A criança e o adolescente portadores de deficiência receberão atendimento especializado. (…)

No âmbito da saúde, por meio do Programa de Triagem Neonatal, que inclui o teste do pezinho, o teste da orelhinha e o teste do olhinho, as ações de prevenção das deficiências por causas evitáveis e a identificação e intervenção precoce estão integradas à Rede de Cuidados a Pessoa com Deficiência e à Rede Cegonha.

O teste do pezinho é realizado em recém-nascidos para identificar desordens metabólicas, endocrinológicas, e outros distúrbios genéticos e congênitos que não apresentam sintomatologia clínica ao nascimento e assegurar ao recém-nascido diagnosticado tratamento e acompanhamento multidisciplinar por toda vida, alterando o curso clínico da doença.

Conte sempre com o apoio e a assistência de um farmacêutico!

Fontes:

Ministério da Saúde

Costa L.F., et al. / Revista Eletrônica de Farmácia Suplemento Vol 3 (2), 19-21, 2006 

 

 

 

 

CFF quer incentivar a atuação dos farmacêuticos em doenças tropicais e negligenciadas

CFF quer incentivar a atuação dos farmacêuticos em doenças tropicais e negligenciadas

As doenças tropicais e negligenciadas (DTN) incluem um conjunto de cerca de 20 doenças que ocorrem, predominantemente, nos países em desenvolvimento, em populações da África, da Ásia e da América Latina, onde o acesso a serviços de saúde de qualidade, água potável e o saneamento é escasso. Causadas por agentes infecciosos ou parasitas, a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima que elas afetem mais de um 1,5 bilhão de pessoas em 149 países, e sendo responsáveis por elevada morbidade e mortalidade. Determinado a fortalecer a atuação da categoria em práticas relacionadas às DTN no País, o CFF criou, em agosto de 2021, o Grupo de Trabalho sobre Doenças Tropicais e Negligenciadas (GT-DTN).

Com várias frentes de atuação focadas em proporcionar o maior envolvimento do farmacêutico em DTNs, o grupo tem como principais missões elaborar uma resolução que reafirme o papel do farmacêutico nesta área e desenvolver capacitação profissional por meio de materiais educativos e promover eventos relacionados ao tema, com incentivo à participação destes profissionais. Atualmente, o GT está avaliando o panorama nacional dos farmacêuticos que atuam com essas doenças, a partir de um formulário elaborado para identificar conhecimentos, atitudes e práticas em diferentes campos de atuação, como pesquisa, ensino, análises clínicas e outros. Se você atua em DTNs, acesse o link e responda – https://forms.gle/EFKC4w8YdQ1KQEKC7

O formulário da pesquisa foi elaborado com base em dados do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde – Brasil (2021) e na relação de doenças tropicais e negligenciadas do CDC-Atlanta e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Por meio da pesquisa, o grupo espera levantar informações como o tempo de atuação do pesquisado com as DTNs, sua área específica de atuação e ocorrência das doenças em sua região.

“Queremos conhecer os farmacêuticos que atuam nas DTNs nos seus diversos segmentos, o que será fundamental para que possamos subsidiar estratégias de melhoria e qualidade dos serviços na profissão farmacêutica”, reforça o professor, pesquisador em Doenças Tropicais e Assistência/Cuidado Farmacêutico e Doutor em Inovação Farmacêutica pela Universidade Federal do Pará (UFPA), Luann Wendel Pereira de Sena. Ele integra o GT, junto com outros cinco farmacêuticos.

 

Integrantes do GT de Doenças Tropicais e Negligenciadas do CFF

A criação do GT-DTN no CFF justifica-se pela prevalência e significativo impacto negativo das DTNs no Brasil. O grupo visa incentivar os profissionais a correlacionem suas habilidades clínicas, respeitando as diretrizes do Sistema Único de Saúde, a fim de contribuir para a saúde da população. “Nossa intenção é fornecer subsídios técnicos direcionados à gestão, cuidado e serviços farmacêuticos a população geral e grupos vulneráveis, de modo a prover visão estratégica da interface entre as DTN e a saúde global. As habilidades clínicas e os conhecimentos técnico-científicos e laboratoriais dos farmacêuticos, conferem relevância a estes profissionais no cuidado clínico com o paciente com doenças tropicais negligenciadas”, acrescenta.

Além do Dr. Luann Wendel, o Grupo de Trabalho sobre Doenças Tropicais e Negligenciadas é composto por: José Luiz Fernandes Vieira, Giselle Maria Rachid Viana, Érika Rodrigues, Guimarães Costa, Gisely Cardoso de Melo e Lídio Gonçalves Lima Neto.

Quais são – Como doenças tropicais e negligenciadas, a OMS considera a úlcera de Buruli, a doença de Chagas, a cisticercose, a dengue, a dracunculíase (doença do verme da Guiné), a equinococose, a fasciolíase, a tripanossomíase africana (doença do sono), a leishmaniose, a lepra, a filaríase linfática, a oncocercíase (a cegueira dos rios), a raiva, a esquistossomose, as parasitoses, o tracoma, bouba, entre outras. No Brasil, são registradas com mais prevalência: hanseníase, doença de Chagas, esquistossomose, leishmaniose, hepatites e filariose linfática.

O cenário atual das DTNs no País ainda é preocupante em diversas regiões, particularmente naquelas com baixas condições socioeconômicas. Para diminuir os agravos trazidos por estas enfermidades, são necessárias estratégias de prevenção, controle e tratamento disponíveis e eficazes, bem como profissionais acessíveis no atendimento das populações acometidas. E o farmacêutico e suas novas práticas profissionais, voltadas aos cuidados clínicos, adquirem posição de destaque no enfrentamento dessas doenças, atuando no rastreamento em saúde, cuidados clínicos e no controle de qualidade dos medicamentos.

 

Fonte: Comunicação do CFF

Nova plataforma de prescrição facilita a conexão entre farmacêuticos, médicos e pacientes

Nova plataforma de prescrição facilita a conexão entre farmacêuticos, médicos e pacientes

Em reunião em sua sede na manhã desta quarta-feira, 01/12, o Conselho Federal de Medicina (CFM) apresentou a nova plataforma de prescrição eletrônica, criada em parceria com o Conselho Federal de Farmácia (CFF) e o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) para favorecer uma conexão mais ágil, segura e efetiva entre médicos, pacientes e farmacêuticos. Estiveram presentes, a vice-presidente do CFF, Lenira da Silva Costa, representando o presidente Walter Jorge João, e o conselheiro federal de Farmácia pelo estado do Paraná, Luiz Gustavo Pires, que é membro do Grupo Interinstitucional de Farmácia Digital. O ITI foi representado pelo assessor técnico do órgão, Ruy Ramos.

 

Representantes do CFF participaram de lançamento realizado na sede do CFM, em Brasília

 

A parceria CFF, CFM e ITI não é nova. No ano passado, no auge da pandemia de Covid-19, ela garantiu a disponibilização à população brasileira do site Validador de Assinaturas Eletrônicas em Documentos Digitais de Saúde, que viabilizou a ampla utilização da receita digital. Com a sua contribuição em mais esta iniciativa, o CFF espera, além de ampliar o acesso da população e dos profissionais à receita e outros documentos digitais, garantir a adequação da ferramenta de prescrição à rotina de dispensação nas farmácias. O presidente do CFM, Mauro Luiz de Brito, agradeceu a cooperação. “Sem que o Conselho Federal de Farmácia nos auxiliasse, não seria possível. Em nome dos mais de 500 mil médicos brasileiros, quero expressar a nossa gratidão ao CFF e ao ITI”, declarou.

Para que a nova plataforma seja amplamente utilizada, o CFM vai disponibilizar a todos os médicos regularmente inscritos e adimplentes, o Certificado Digital Gratuito. A expectativa é a de que mais médicos passem a usar o serviço, o que amplia o acesso dos pacientes às receitas digitais e, consequentemente, uma maior frequência dos documentos às farmácias. O novo site da prescrição eletrônica também foi criado com objetivo de dar mais segurança aos médicos, farmacêuticos e pacientes na utilização dos documentos médicos no mundo virtual, pois a ferramenta utiliza o certificado digital padrão ICP-Brasil, que tem fé pública.

O 1º secretário do CFM, Hideraldo Luis Souza Cabeça, fez uma apresentação demonstrando todo o processo que resultou na criação da plataforma e na garantia do Certificado Digital Gratuito do CFM. Ele explicou que foram fundamentais, a publicação da Resolução CFM nº 2.299/2021, com as regras para utilização, e a assinatura do Acordo de Cooperação Técnica com o CFF e o ITI. Depois, a autarquia realizou uma licitação para escolher a empresa responsável pela oferta do serviço e qualificou-se junto ao Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) como Autoridade de Registro (AR). Com isso, os dados biométricos dos médicos coletados pelos Conselhos Regionais de Medicina (CRM) serão usados para a emissão do certificado digital.

Em seu discurso, a vice-presidente do CFF destacou a importância da parceria com o CFM e o ITI para a qualificação da prescrição eletrônica, da receita digital e da telemedicina. Além do apoio na definição dos modelos de receituários e na construção do Validador de Assinaturas Eletrônicas em Documentos Digitais de Saúde, a atuação conjunta tem sido importante no acompanhamento da tramitação de projetos de lei que impactam nesta pauta. “Em maio de 2020, foi publicada uma carta aberta à sociedade assinada pelo CFM e pelo CFF repudiando práticas que interfiram na autonomia de médicos, de pacientes e de farmacêuticos em relação à dispensação de medicamentos prescritos por meio de receita digital”, lembrou.

 

Representantes do CFF participaram de lançamento realizado na sede do CFM, em Brasília

 

Lenira da Silva Costa lamentou que ainda não exista no país a definição de um padrão nacional para o processo eletrônico que envolva a prescrição e a dispensação de medicamentos. “Cada plataforma lança a sua solução, o seu modelo, e isso dificulta o trabalho do farmacêutico. Além disso, precisamos também de um padrão para a descrição das apresentações dos medicamentos, de forma a possibilitar a interoperabilidade entre os sistemas”, ressaltou.

A vice-presidente do CFF assinalou que os farmacêuticos aguardam ansiosos pelo resultado da Consulta Pública/Anvisa n° 1.018/2021, que dispõe sobre os requisitos para a emissão, prescrição, aviamento, dispensação e guarda das Receitas de Controle Especial e das receitas de medicamentos antimicrobianos emitidas em meio eletrônico, e também sobre os requisitos para emissão das receitas de produtos derivados de Cannabis emitidas em meio eletrônico. Os requisitos que serão definidos nesta norma sanitária possibilitarão novas atualizações ao portal.

Por fim, destacou que o CFF vai apoiar o acesso dos farmacêuticos ao certificado digital, a exemplo do que está fazendo o CFM. “Disponibilizando o certificado digital gratuitamente a todos os farmacêuticos, será possível a dispensação com validação da assinatura digital. A licitação já está em estudo”, explicou.

Farmacêutico, confira como se cadastrar na nova plataforma de prescrição médica eletrônica:

1 – Acesse o site prescricaoeletronica.cfm.org.br
2 – Na página principal, clique na opção “Você que é médico e farmacêutico, acesse a ferramenta”
3 – Escolha a opção “Farmacêutico”
4 – Clique em “Cadastre-se”
5 – Preencha o formulário com número do CRF, unidade federativa, CPF, número de telefone, nome completo e e-mail (utilizar o e-mail cadastrado no CRF).

Pronto! Você estará automaticamente cadastrado para validar as prescrições e registrar a dispensação na plataforma. Saiba como acessando https://prescricaoeletronica.cfm.org.br/#como-usar

IMPORTANTE! A base de dados utilizada pela plataforma é fornecida pelo seu CRF. Se não conseguir finalizar seu cadastro, atualize seus dados no CRF e solicite a retransmissão dos mesmos ao CFF).

 

Fonte: Comunicação do CFF