Anvisa atualiza lista de medicamentos isentos de prescrição

Anvisa atualiza lista de medicamentos isentos de prescrição

A Anvisa informa que foi atualizada a Lista dos Medicamentos Isentos de Prescrição (LMIP). A medida foi publicada nesta quarta-feira (17/3) no Diário Oficial da União (D.O.U), por meio da Instrução Normativa 86/2021. É importante esclarecer que a norma foi aprovada na 4ª Reunião Ordinária Pública da Diretoria Colegiada da Agência, que ocorreu no dia 11 de março.  

Destaca-se que a LMIP trouxe um novo formato, tornando mais transparentes as apresentações de medicamentos que se tornaram isentos de prescrição nos últimos anos. Para contribuir com a transparência e orientação, a Anvisa atualizou os documentos com as perguntas e respostas sobre a LMIP direcionadas tanto ao setor regulado quanto à população em geral.   

Confira a íntegra da Instrução Normativa 86/2021.

Veja o documento de Perguntas e Respostasdirecionado ao setor regulado.   

Acesse também o documento de Perguntas e Respostas direcionado à população em geral.   

Anvisa publica nova resolução sobre critérios para prescrição, dispensação, controle, embalagem e rotulagem de antimicrobianos

Anvisa publica nova resolução sobre critérios para prescrição, dispensação, controle, embalagem e rotulagem de antimicrobianos

Foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 24 de fevereiro, a RDC N° 471/2021 da Anvisa, que revogou a RDC n° 20/2011. A nova resolução dispõe sobre os critérios para prescrição, dispensação, controle, embalagem e rotulagem de medicamentos à base de substâncias classificadas como antimicrobianos de uso sob prescrição, isolados ou em associação, listradas em instrução normativa específica.

Clique aqui e confira a RDC N° 471/2021.

Acesse também a Instrução Normativa n° 83/2021 clicando aqui.

Covid-19: Farmacêuticos e farmácias serão estratégicos na vacinação

Covid-19: Farmacêuticos e farmácias serão estratégicos na vacinação

Em 20 de janeiro, quando se inicia a vacinação contra a Covid-19 no Brasil na maioria dos estados, o Conselho Federal de Farmácia (CFF) e os 230 mil profissionais da área estarão comemorando o Dia Nacional do Farmacêutico. A data foi instituída para lembrar a importância do trabalho dessa categoria para a saúde, especialmente agora, que o país inicia a campanha de vacinação mais desafiadora da sua história. Além de reiterar a mensagem da campanha – “Farmacêuticos são essenciais. E merecem nosso reconhecimento”, que incentiva o agradecimento por parte da população – o conselho aproveita esse momento para reforçar, ao Ministério da Saúde, as sucessivas reivindicações para que os farmacêuticos e as farmácias sejam aliados do Sistema Único de Saúde (SUS) na imunização dos brasileiros.

Tem sido estratégico o papel dos farmacêuticos na pandemia, tanto que o Ministério da Saúde incluiu os farmacêuticos no grupo prioritário para receber a vacina na fase 1. Eles estão envolvidos na pesquisa de vacinas e de medicamentos; vem trabalhando dobrado na indústria e na logística para suprir os serviços de saúde; deram suporte ao funcionamento das 90 mil farmácias, mesmo durante o isolamento social, e realizaram mais de 1,4 milhão de testes de Covid-19 nesses estabelecimentos, além de garantir a realização de exames nos laboratórios de análises clínicas, de apoiar o atendimento nos hospitais e de assegurar a qualidade da assistência à saúde, na vigilância sanitária. Sem contar a sua participação decisiva para a chegada da vacina ao Brasil.

Os farmacêuticos detêm como atribuição privativa a responsabilidade técnica pela produção desses medicamentos no país, integrando as equipes da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Instituto Butantan e tantos outros centros de pesquisa que atuaram nos estudos clínicos. Também se destacaram no processo de autorização no uso emergencial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), concluído num tempo recorde de nove dias. E estarão lá, a postos, para avaliar, certificar e autorizar os próximos lotes seja de forma emergencial ou definitiva. “Agora, podem e devem ser aliados também na vacinação”, comenta o presidente do CFF, Walter Jorge João.

Em 2014, por força da Lei nº 13.021, farmácias de qualquer natureza foram autorizadas a dispor de soros e vacinas para atendimento imediato à população. E as condições para que a vacinação seja realizada nesses estabelecimentos estão regulamentadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde dezembro de 2017, por meio da RDC nº 197. Importante lembrar que, antes mesmo da publicação da lei e da norma específicas, as farmácias já eram autorizadas a dispensar medicamentos que exigem condições especiais de conservação e realizar a aplicação de injetáveis.

Muitas farmácias já se adaptaram para a prestação de serviços de vacinação e dispõem, sim, de condições adequadas para o enfrentamento desta crise sanitária. Nas grandes redes, segundo a entidade que congrega os estabelecimentos desse segmento, são 4.573 unidades com salas de imunização e 6.860 farmacêuticos vacinadores, com capacidade de aplicar mais de 2 milhões de doses por semana, seguindo todos os critérios de segurança contra a Covid-19. O número pode ser ainda maior, considerando também as farmácias independentes, e que, em breve, mais farmacêuticos serão preparados para prestar esses serviços, por meio de curso que será oferecido pelo CFF, gratuitamente.

“Em um momento como o atual, em que todos os esforços precisam ser somados para a contenção dessa epidemia, vemos com preocupação a linha de raciocínio de alguns especialistas, que insistem em concentrar as vacinas em postos de saúde para, por exemplo, reduzir o esforço logístico”, pondera o presidente do CFF. “A Rede de Atenção Primária é, sim, um grande patrimônio da saúde pública no Brasil, mas não tem conseguido absorver a demanda durante as campanhas. Basta lembrar as enormes filas que se formaram durante a imunização contra a Influenza no ano passado, mesmo em cidades com rede de saúde mais estruturada”, observa.

Certamente contribuíram para a disseminação da Covid-19, a aglomeração de idosos e demais integrantes dos grupos prioritários nas portas das unidades de saúde, bem como as constantes idas e vindas aos postos de vacinação por causa dos episódios de desabastecimento, que obrigaram repetidos deslocamentos das pessoas. Esses fatos foram amplamente divulgados na imprensa e toda a ajuda para evitá-los somente pode ser considerada bem-vinda. “Distribuir as vacinas para que farmácias espalhadas pelo Brasil apliquem em quem estiver na ordem para tomá-las naquele momento pode ser feito e é uma iniciativa fantástica”, destaca Walter Jorge João.

A cooperação das farmácias com a saúde pública na vacinação contra a Covid-19 está ocorrendo nos Estados Unidos, Irlanda e Reino Unido, devendo ser iniciada também na Dinamarca. “Esses países já perceberam que o cuidado farmacêutico, prática ainda pouco conhecida no Brasil, é uma grande aliada para a efetividade no acompanhamento de doentes e na promoção da saúde, seja por meio das consultas em consultórios farmacêuticos, seja por meio da vacinação”, comenta o presidente do CFF. No Brasil, o profissional da saúde de nível superior legalmente respaldado a atuar dentro das farmácias, também conforme a Lei nº 13.021/2014, é o farmacêutico.

Influenza – Na última campanha contra a influenza, as farmácias foram postos de vacinação em diversos lugares do país, ajudando a evitar aglomerações. A adesão ocorreu nos estados de Minas Gerais e Rio Grande do Sul e nas cidades de Campo Grande (MS) e São Paulo (SP). Na capital gaúcha, Porto Alegre, um quinto praticamente das mais de 700 mil doses utilizadas foram aplicadas por farmacêuticos em farmácias privadas. Em Campo Grande, mais de 26 mil das 231 mil doses da vacina antigripe foram administradas em farmácias, o que correspondeu a 11,5% do total.

Campanha – A campanha do Dia Nacional do Farmacêutico que o CFF está divulgando desde o dia 11/01, é continuação de uma ação de marketing que começou por ocasião do Dia Internacional do Farmacêutico, 25 de setembro. A campanha busca estimular o reconhecimento aos 220 mil profissionais em atuação no país pela sua importante contribuição à saúde pública na pandemia de Covid-19. O lançamento ocorreu durante uma ação no programa Encontro, da Rede Globo, com entrevista do presidente da entidade, Walter Jorge João, à apresentadora Patrícia Poeta, que substituía Fátima Bernardes no programa. Para rever a entrevista, acesse o link a partir do tempo 58`28’’ – CLIQUE AQUI

A campanha incluiu também a divulgação de reportagens no Portal G1, sobre o trabalho dos farmacêuticos no combate à Covid-19. Histórias de farmacêuticos que fizeram e estão fazendo a diferença na luta do país contra a doença estão disponíveis no site e podem ser lidas AQUI. 

História – A Farmácia está historicamente vinculada às vacinas. Mas um dos farmacêuticos brasileiros mais representativos nessa área é Rodolfo Marcos Teófilo. Graduado pela Faculdade de Medicina da Bahia em 1875 e radicado no estado do Ceará, ele enfrentou duas epidemias de varíola, que vitimaram milhares de pessoas em Fortaleza e cidades do interior cearense, no final do século XIX e início do século XX. Em 1862, Rodolfo Marcos Teófilo aprendeu as técnicas de produção da vacina e, em 1901, passou a imunizar a população, sem qualquer apoio do poder público. Contando apenas com ajuda da sua esposa e de um auxiliar, promoveu a vacinação em massa pelos bairros pobres de Fortaleza até 1903.

 

Fonte: Comunicação do CFF

Vacinação contra a Covid-19 terá postos de drive thru e 60 ginásios em João Pessoa, diz secretário de Saúde de João Pessoa

Vacinação contra a Covid-19 terá postos de drive thru e 60 ginásios em João Pessoa, diz secretário de Saúde de João Pessoa

A informação foi dada pelo secretário de saúde de João Pessoa, Fábio Rocha, na manhã desta sexta-feira (15).

A vacinação contra a Covid-19 19 terá postos de drive thru e mais de 60 ginásios em João Pessoa. A informação foi dada pelo secretário de saúde de João Pessoa, Fábio Rocha, na manhã desta sexta-feira (15).

Segundo informações que o ClickPB teve acesso, na capital paraibana serão seis pontos de drive thru e 66 ginásios esportivos serão espaços de vacinação contra covid-19. Ainda de acordo com o secretário, a vacina também poderá ser dada em domicílio e em hospitais, caso seja necessário.

O secretário de saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, informou que a vacinação deverá começar em todo o estado a partir da próxima quarta-feira (20).  De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado, cerca de 11 veículos refrigerados serão usados na logística do transporte.

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) iniciou, nesta quinta-feira (14), uma série de reuniões de orientação para a vacinação contra a Covid-19. A agenda é voltada para os secretários municipais da Paraíba e tem o objetivo de apresentar o plano estadual para os gestores e estabelecer ações e estratégias para a imunização.

A finalidade do encontro é instrumentalizar as Gerências Regionais de Saúde (GRS), municípios e serviços de saúde para vacinação contra Covid-19. Também serão discutidos tópicos como a organização da rede de frio, a logística de recebimento e distribuição das vacinas, e descrição dos grupos prioritários com maior risco de desenvolver complicações e óbitos pela doença. A ideia é dar subsídios para que cada território elabore sua estratégia de aplicação da vacina.

O cronograma de vacinação está dividido em quatro fases. A primeira possui dois grupos e contempla a seguinte população: Grupo 1 – Trabalhadores de Saúde; povos de comunidades tradicionais quilombola; população indígena vivendo em terras demarcadas; e Grupo 2 – pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas; pessoas de 80 anos ou mais; pessoas de 75 a 79 anos.

PET-Farmácia/ UFPB divulga boletim sobre nutracêuticos e suplementos alimentares

PET-Farmácia/ UFPB divulga boletim sobre nutracêuticos e suplementos alimentares

O Programa de Educação Tutorial da Universidade Federal da Paraíba (PET-Farmácia/ UFPB) lançou, neste fim de ano, um boletim sobre nutracêuticos e suplementos alimentares. O documento aborda diversos temas, entre eles, alimento funcional, suplemento alimentar, prebióticos e probióticos, regulamentação e prescrição. O boletim recebeu a tutoria da Profa. Dra. Leônia Maria Batista e colaboração do Prof. Dr. Climério Avelino Ribeiro, além da colaboração de vários membros na diagramação.

O conselheiro federal de Farmácia pelo estado da Paraíba e diretor tesoureiro do CFF, João Samuel de Morais Meira, considera o boletim muito importante, pois denota o empenho dos docentes e acadêmicos na produção de conteúdo científico de maneira dinâmica e lúdica com o intuito de informar, educar e conscientizar. “A academia continua sendo a base do conhecimento. A fonte do saber nasce a partir da dedicação e esforço dos colegas farmacêuticos docentes. Parabéns a todas as pessoas envolvidas na realização deste material”, conclui.

Clique aqui, acesse a publicação e saiba mais sobre o assunto.

Uso do antibiótico cefalexina deve contar com orientação do farmacêutico

Uso do antibiótico cefalexina deve contar com orientação do farmacêutico

O tratamento medicamentoso de casos infecciosos necessita ser feito de forma segura para evitar o agravamento do quadro de saúde. Nos casos em que um determinado medicamento é avaliado pelo médico como útil para uma intervenção terapêutica, talvez seja prescrito, caso o paciente não seja alérgico ou tenha alguma outra restrição, claro. No tratamento de contaminações do trato respiratório e geniturinário muitas vezes o antibiótico cefalexina é prescrito, por exemplo, mas é necessário atentar também quanto ao tempo correto do uso.

O medicamento citado acima é um antimicrobiano que compõe o grupo dos betalactâmicos, que por sua vez contempla as penicilinas. No início da década de 1970 foi aprovado nos Estados Unidos da América (EUA), sendo considerado original, ou seja, a cefalexina é a primeira entre as cefalosporinas de primeira geração. A venda do fármaco só é possível sob prescrição médica e retenção da receita no estabelecimento de saúde, pois requer controle. Mesmo sendo considerado bastante seguro e tolerado nos tratamentos devido às experiências ao longo do seu tempo de existência, o uso da cefalexina deve ser feito de maneira racional, como todo medicamento precisa ser utilizado apropriadamente seguindo a dose e o tempo indicado no receituário.

A literatura do medicamento esclarece que sua utilização pode ser realizada preventivamente, antes ou depois de procedimentos cirúrgicos buscando mitigar a possibilidade de infecções no local da intervenção. A atividade do antimicrobiano no organismo é positiva pela sua fácil absorção, ou seja, sua farmacocinética é excelente. O medicamento age como bactericida e o mecanismo de ação da sua farmacodinâmica é um importante fator, pois ele mata a bactéria por meio da inibição da síntese da sua parede celular. “Toda alteração nesse `local` leva a uma desestabilização que resulta na morte da célula”, explica Maria Fernanda Werner, professora do Departamento de Farmacologia da UFPR (Universidade Federal do Paraná) e membro permanente do Programa de Pós-Graduação em Farmacologia.

De acordo com o conselheiro federal de Farmácia pelo estado do Paraná, Gustavo Pires, o medicamento geralmente é prescrito por médicos para tratar infecções como bronquite, cistite (aguda ou crônica), faringite, miosite (infecção muscular), pneumonia, entre outros. “É necessário que o uso do medicamento seja feito corretamente para evitar também a resistência bacteriana ou algum outro tipo de complicação. O farmacêutico é um grande aliado no acompanhamento terapêutico do paciente”, conclui.

Caso tenha interesse sobre o assunto o Ministério da Saúde disponibiliza uma cartilha sobre o uso racional de medicamentos e o Conselho Federal de Farmácia (CFF) também dispõe de materiais educativos em saúde. Fique atualizado.

Conselho Federal de Farmácia (Uso racional de medicamentos: um alerta à população: https://bit.ly/2UinpiI | USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS NO CONTEXTO DA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA: SÓ ACESSO NÃO BASTA!: https://bit.ly/3lnjGMG )

Ministério da Saúdehttp://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cartilha_promocao_uso_racional_medicamentos.pdf

 

Fonte: Comunicação do CFF com informações do Universo Online (UOL)

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