Paraíba tem estoque de seringas e agulhas suficiente para iniciar campanha de vacinação contra a Covid-19

Paraíba tem estoque de seringas e agulhas suficiente para iniciar campanha de vacinação contra a Covid-19

A Secretaria de Saúde da Paraíba confirmou que dispõe de estoque de seringas e agulhas suficiente para iniciar a campanha de vacinação contra Covid-19 no estado. A campanha de vacinação irá acontecer em etapas, priorizando as populações mais expostas e vulneráveis à doença. A expectativa é que seja iniciada na última semana de janeiro a primeira etapa da fase que contempla profissionais de saúde em atuação na linha de frente da Covid, indígenas e quilombolas, em território demarcado, o que corresponde a uma população de 140 mil pessoas.

Em documento encaminhado ao Supremo Tribunal Federal, o Ministério da Saúde afirmou que a Paraíba é um dos estados com dificuldade de abastecimento do insumo. O secretário estadual de Saúde, Geraldo Medeiros, explicou que “este dado é antigo, uma vez que a Paraíba conseguiu realizar aquisição das agulhas e seringas e existe estoque suficiente para a primeira fase da campanha”.

Fonte: paraiba.pb.gov.br

Além das 286 mil seringas e agulhas já disponíveis, a Secretaria aguarda para os próximos dias a entrega de mais 272 mil seringas e agulhas e mais 1,8 milhão que serão entregues ao longo do período da campanha, assim como as doses da vacina. O Plano Estadual de Vacinação foi elaborado pela SES em conjunto com a Sociedade Brasileira de Imunização na Paraíba e Conselho Estadual de Secretários Municipais de Saúde.

PET-Farmácia/ UFPB divulga boletim sobre nutracêuticos e suplementos alimentares

PET-Farmácia/ UFPB divulga boletim sobre nutracêuticos e suplementos alimentares

O Programa de Educação Tutorial da Universidade Federal da Paraíba (PET-Farmácia/ UFPB) lançou, neste fim de ano, um boletim sobre nutracêuticos e suplementos alimentares. O documento aborda diversos temas, entre eles, alimento funcional, suplemento alimentar, prebióticos e probióticos, regulamentação e prescrição. O boletim recebeu a tutoria da Profa. Dra. Leônia Maria Batista e colaboração do Prof. Dr. Climério Avelino Ribeiro, além da colaboração de vários membros na diagramação.

O conselheiro federal de Farmácia pelo estado da Paraíba e diretor tesoureiro do CFF, João Samuel de Morais Meira, considera o boletim muito importante, pois denota o empenho dos docentes e acadêmicos na produção de conteúdo científico de maneira dinâmica e lúdica com o intuito de informar, educar e conscientizar. “A academia continua sendo a base do conhecimento. A fonte do saber nasce a partir da dedicação e esforço dos colegas farmacêuticos docentes. Parabéns a todas as pessoas envolvidas na realização deste material”, conclui.

Clique aqui, acesse a publicação e saiba mais sobre o assunto.

O CRF-PB lamenta o falecimento do médico radiologista Dr. Pepé

O CRF-PB lamenta o falecimento do médico radiologista Dr. Pepé

O médico radiologista Péricles Rodrigues Neves (Dr. Pepé) veio a óbito nesta quarta-feira

O médico faleceu em decorrência da Covid-19. Após o anúncio do falecimento de Dr. Pépe, os sousenses lamentaram profundamente, já que ele era um profissional comprometido com seu trabalho e com sua família.

“Dr. Pepé”, como era conhecido, estava acometido da Covid-19 e vinha se tratando acerca de dias no Hospital da Unimed, na capital do Estado.

Infelizmente mais um que perdemos para o vírus.

Deixamos aqui nossa solidariedade a todos os amigos e familiares neste momento de dor. Que ele descanse em paz!

ANÁLISE DA DISSEMINAÇÃO E DO IMPACTO DAS FAKE NEWS SOBRE A SAÚDE  COLETIVA

ANÁLISE DA DISSEMINAÇÃO E DO IMPACTO DAS FAKE NEWS SOBRE A SAÚDE COLETIVA

O projeto é fruto da Equipe de trabalho composta pelos professores doutores Camila de Albuquerque Montenegro e Egberto Santos Carmo (ambos do curso de Farmácia da UFCG/CES – campus de Cuité/PB), pela farmacêutica egressa do CES Nathália Oliveira e graduandos em Farmácia Davi Ferreira e Anna Lara Pimenta.

A partir do advento da pandemia da COVID-19, ampliou-se os objetos de estudo e a pesquisa passará a analisar, além da vacinação, a repercussão da infodemia sobre a infecção causada pelo SARS-CoV-2 e o incentivo ao uso de medicamentos, bem como o impacto nas redes de prestação de saúde e proporá alternativas para reduzir a criação e o compartilhamento das Fake News.

Para participar requisita-se acessar ao link https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSefPWQSC8xRkxLhI3UrJyzHGQYJDp76eYurSYwAm4-EnjCp7A/viewform  para verificar o preenchimento dos critérios de inclusão e, em seguida, ler e demarcar se aceita o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE).

Todos são convidados a seguir os instagrans: @nepfarma_ufpb e @fake_in_off para acompanhar as trocas de informações visando a conscientização sobre a temática das fake news.

NOTA TÉCNICA Nº 69/2020/SEI/GQMED/GGMED/DIRE2/ANVISA

NOTA TÉCNICA Nº 69/2020/SEI/GQMED/GGMED/DIRE2/ANVISA

Processo nº 25351.915815/2020-98

Proposta de consulta à Anvisa1.

RelatórioTrata-se doOFÍCIO Nº 00576/2020-CGP/CFF, datado de 30 de abril de 2020, no qual o Conselho Federal de Farmácia solicita a possibilidade desta Agência autorizar, de maneira emergencial, em face da pandemia do novo coronavírus, a substituição temporária de medicamento genérico por medicamento similar.

O Conselho Federal de Farmácia (CFF) informa que tem conhecimento das informações prestadas por essa Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) por meio do material intitulado “Perguntas e Respostas –Assunto: Principais questionamentos recebidos pela Gepre via Serviço de Atendimento –SAT, as quais transcrevemos a seguir:

“3.3.1. Atualmente, quais as regras de dispensação dos medicamentos sintéticos?A RDC 16/2007, alterada pela RDC 51/2007, prevê que medicamentos de referência podem ser dispensados quando prescritos pelo nome de marca, pela respectiva Denominação Comum Brasileira (DCB) ou, na sua falta, pela Denominação Comum Internacional (DCI), podendo ser intercambiável com o medicamento genérico quando a prescrição menciona a DCB, a DCI ou o seu próprio nome de marca.A resolução supracitada também prevê a dispensação de medicamentos genéricos quando prescritos pela Denominação Comum Brasileira (DCB) ou, na sua falta, pela Denominação Comum Internacional (DCI), ou pelo nome de seu medicamento de referência correspondente. A Lei 9.787/1999 e a RDC 16/2007 preveem a intercambialidade entre o medicamento genérico e o seu medicamento de referência. Portanto, medicamentos genéricos podem ser dispensados quando a prescrição menciona a DCB, a DCI ou o nome de marca do medicamento de referência correspondente.A RDC 58/2014 dispõe sobre as medidas a serem adotadas junto à Anvisa pelos titulares de registro de medicamentos para a intercambialidade de medicamentos similares com o medicamento de referência. A lista de medicamentos divulgada pela Anvisa por determinação da RDC 58/2014 apresenta os medicamentos similares que foram testados e aprovados em comparação aos medicamentos de referência lá indicados. Nesses casos, os medicamentos similares e de referência são considerados equivalentes terapêuticos.Assim, a legislação vigente prevê apenas a (i) intercambialidade entre medicamento genérico e seu respectivo medicamento de referência, bem como a (ii) intercambialidade entre medicamento similar e o seu respectivo medicamento de referência, descrito na lista disponível no Portal da Anvisa.A decisão sobre qual medicamento utilizar e quais as alternativas de substituição a partir da lista de medicamentos intercambiáveis é uma decisão resultante da relação do profissional de saúde habilitado e do paciente. Para utilizar quaisquer medicamentos sujeitos à prescrição ou para decidir sobre a substituição de um medicamento de referência pelo seu genérico ou similar, o profissional de saúde habilitado deverá ser consultado.(…)3.3.3. É possível fazer a intercambialidade (troca) entre um medicamento similar e um medicamento genérico?Informamos que a intercambialidade ocorrerá somente entre o medicamento similar e seu respectivo medicamento de referência, tal qual dispõe o artigo 1º da Resolução RDC 58/2014. Dessa forma, a Resolução RDC 58/2014 não estabeleceu a intercambialidade entre medicamentos similares (similar-similar) ou entre medicamento similar e medicamento genérico (similar -genérico)”.

1º Meeting Paraibano de Farmácia Hospitalar e Farmácia Clínica.

1º Meeting Paraibano de Farmácia Hospitalar e Farmácia Clínica.

O estado da Paraíba receberá o mais novo projeto do Conselho Federal de Farmácia (CFF) para atualização nessa área de atuação farmacêutica: o 1º Meeting Paraibano de Farmácia Hospitalar e Farmácia Clínica. Será nos dias 19 e 20 de julho.

Auditório Fonoaudiologia, Centro de Ciências Médicas, Campus I, JD. Universitário da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), João Pessoa/PB. Trata-se de uma programação inédita, de primeira qualidade, com palestrantes do mais alto nível e totalmente gratuita, que tem o CRF-PB como correalizador e é a apoiada pela UFPB.

Para se inscrever, acesse o formulário on-line em https://forms.gle/voizTRJkGNp1GMEFA

VEJA A PROGRAMAÇÃO AQUI – https://bit.ly/30dcnfC

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