Inicio
joomla slicebox 3d image slider
Redação do site

Redação do site

Farmácias devem buscar ainda mais profissionais

As contratações de farmacêuticos em farmácias cresceram 23% nos últimos dois anos, até maio último. O número de profissionais no período passou de 16.191 para 20.021 distribuídos por 6.436 lojas – média superior a três por estabelecimento, de acordo com a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma).

“O permanente crescimento em vendas nas redes, sempre na casa dos dois dígitos, leva à expansão geográfica para todos os estados brasileiros e o Distrito Federal, o que ajuda a explicar as contratações”, argumenta o presidente executivo Sérgio Mena Barreto. No ano passado, o grande varejo apresentou um faturamento de cerca de R$ 40 bilhões, 11% a mais do que no ano anterior.

Já na Paraíba a contratação bateu recordes, 85% segundo pesquisa do ICTQ.

O Fenômeno do crescimento na quantidade de farmácias nas cidades Paraibanas vem gerando oportunidades para os Farmacêuticos, e uma expectativa grande para estudantes da área.

Houve também um aumento de 4.4% de estabelecimentos farmacêuticos no estado da Paraíba, com um total de 1.611 novos estabelecimentos, entre farmácias e drogarias.

Aponta também na pesquisa do ICTQ, que a confiança pela Prescrição de certos medicamentos por farmacêuticos qualificados, cresceu significativamente.

Com as novas atribuições regulamentadas recentemente, foi muito importante para a categoria.

A pesquisa foi realizada de forma quantitativa, abordando entrevistados em pontos de grande fluxo populacional, foram 2.115 pessoas em 130 cidades Brasileiras em todo o Brasil.

 

 

Por hora, duas pessoas se intoxicam com medicamentos no Brasil devido a problemas como a automedicação, segundo dados extraídos das estatísticas do SINITOX - Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (para acessar, clique aqui). A automedicação é um hábito entre os brasileiros, sendo praticada com indicação de leigos e, cada vez mais, da internet. O combate esse mau hábito e o incentivo à busca de informações sobre medicamentos em fontes seguras, entre as quais o farmacêutico, são o foco da campanha do Conselho Federal de Farmácia (CFF) e conselhos regionais pelo Dia do Farmacêutico, 20 de janeiro. 

“Nós, farmacêuticos, temos um papel estratégico e fundamental na prevenção dessa prática perigosa”, alerta o presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João. Por isso, desde 2012, os conselhos têm trabalhado por um contato cada vez maior dos farmacêuticos com a população. Mudanças na regulamentação profissional e na legislação ampliaram a prática do cuidado à saúde nas farmácias, que são obrigadas a contar com o farmacêutico durante todo o seu período de funcionamento. “Estamos à disposição para contribuir”, frisa, destacando, também, a recente liberação pela Anvisa, da aplicação de vacinas nesses estabelecimentos.

A orientação da campanha promovida pelos conselhos é não usar medicamentos sem orientação profissional e consultar sempre o farmacêutico. A iniciativa visa, também, colaborar com a meta da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) em seu desafio global, de reduzir em 50% os danos graves e evitáveis provocados pelo mau uso dos medicamentos nos próximos cinco anos. Segundo a OPAS/OMS, os erros de medicação causam pelo menos uma morte todos os dias e prejudicam aproximadamente 1,3 milhões de pessoas, anualmente, apenas nos Estados Unidos. Os números são semelhantes nos países desenvolvidos e em desenvolvimento, como o Brasil.

Prevenir erros relacionados ao uso de medicamentos, além de salvar vidas, evita uma enorme e desnecessária pressão sobre os orçamentos de saúde. Levantamento recente feito pelo farmacêutico Gabriel Freitas, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), indica que o Sistema Único de Saúde (SUS) gasta R$ 60 bilhões por ano para tratar consequências negativas do uso de medicamentos no Brasil. A cada real gasto no fornecimento, o governo gasta cinco reais para tratar morbidades relacionadas a medicamentos. E metade dos casos seriam evitados com uma supervisão mais cuidadosa e efetiva do uso destes, segundo o pesquisador.

A campanha está sendo realizada por meio de anúncios em jornais e revistas impressos, banners para internet e outdoors, spot para rádio e um filme de 30 segundos para TV (ASSISTA AQUI), salas de cinema e redes sociais. Incluiu, ainda, uma ação intitulada “Farmacêuticos Fakes”, na qual pessoas comuns e populares nas redes sociais postaram em seus perfis pedidos de informações sobre medicamentos. O resultado está sendo divulgado em vídeo (ASSISTA AQUI), mostrando a enorme quantidade de dicas dadas por amigos e familiares pelas redes sociais e a importância de evitar a automedicação.


O Conselho Regional de Farmácia da Paraíba, passara em futuro bem próximo, a atender aos Profissionais Farmacêuticos, na sua nova sede situada na Rua Borja Peregrino n 318, Torre. 

A Presidente Cila Gadelha comentou nas Redes Sociais:  " É com grande satisfação e alegria que a Diretoria do Conselho Regional de Farmácia da Paraíba, informa a classe farmacêutica, que concluímos este ano de 2017 com uma singular vitória, hoje dia 26.12.2017 acabamos de tornar realidade a aquisição de uma nova e ampla sede para o CRF-PB. Uma luta de muitos anos, se tornou possível graças ao trabalho incansável de toda a diretoria do CRF-PB em conjunto com todos os conselheiros regionais e o Conselho Federal de Farmácia. Neste momento tão especial, não podemos deixar de render nossas homenagens e agradecimentos ao nosso Conselheiro Federal, Professor João Samuel Meira, que de maneira ímpar dedicou-se incansavelmente na realização deste sonho. Do mesmo modo, informamos que o imóvel adquirido passará por adaptações para melhor atende-los. Deus seja louvado, e continue nos ajudando na missão de lutar pelo bem da nossa categoria sempre com o COMPROMISSO e RESPEITO aos FARMACÊUTICOS da PB. A missão foi cumprida. Saudações Farmacêuticas." 

Segunda, 18 Dezembro 2017 21:58

Novos Conselheiros e a nova Diretoria do CFF

Plenária do CFF. Conselheiro Federal Samuel Meira eleito Diretor Tesoureiro do CFF juntamente com nosso Presidente WalterJorge e Lenira Da Silva Costa. 

Domingo, 17 Dezembro 2017 21:18

Anvisa aprova RDC que dispõe sobre vacinas

Em reunião ordinária hoje, 12 de dezembro, em Brasília, a Diretoria Colegiada (Dicol) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), aprovou a RDC (Resolução de Diretoria Colegiada), que define os requisitos mínimos para o funcionamento dos serviços de vacinação. A publicação deve ocorrer ainda essa semana e a nova norma entra em vigor, provavelmente, em seis meses. O processo foi relatado pelo próprio presidente da agência, Jarbas Barbosa.
Esta era uma decisão aguardada há três anos pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF) e os conselhos regionais, pois viabiliza a aplicação do Artigo 7º da lei nº13.021/14. O CFF coordenou o movimento pela criação do Fórum Nacional de Luta pela Valorização da Profissão Farmacêutica, que atuou na linha de frente pela aprovação desta lei, que, no artigo citado, autoriza as farmácias, a dispor de vacinas e soros para atendimento à população.

“Como protagonista desse processo, o CFF aguarda ansiosamente a publicação da nova normativa, que determinará como esses serviços poderiam ser dispensados à população. A expectativa é a de que o texto preserve a essência de proposta de regulamentação apresentada pelo CFF em conjunto com as entidades farmacêuticas. O conselho defende a ampla participação dos farmacêuticos em atuação nas farmácias na vacinação da população”, disse o presidente do CFF Walter da Silva Jorge João.

Importante lembrar que, hoje, o farmacêutico já colabora para a ampliação do acesso às vacinas em diversos países, como Estados Unidos, Canadá, Austrália, Irlanda, Portugal, Reino Unido e Argentina. Além disso, a aplicação de medicamentos injetáveis e a conservação de medicamentos que exigem condições especiais de armazenamento já fazem parte da rotina do farmacêutico. Inclusive a Portaria nº 3.161/11, do Ministério da Saúde, autoriza os farmacêuticos a administrarem penicilina, um medicamento que pode causar reações adversas graves.

“Se a regulamentação ocorrer como propõem o conselho e as demais entidades farmacêuticas, será um ganho para a sociedade, pois representará a ampliação do acesso às vacinas e à prevenção de doenças. De sua parte, o CFF assume publicamente o compromisso de atuar pela capacitação dos farmacêuticos, para que eles estejam prontos para bem servir às necessidades de saúde da população e disponibilizar os serviços de vacinação nas farmácias”, salientou o presidente do CFF.

Fonte: Comunicação do CFF

Quarta, 13 Dezembro 2017 19:35

Plenária oficializa diplomação e posse.

Cerimônia contou com diplomação da diretoria do Conselho Regional de Farmácia do Estado da Paraiba  para o biênio 2018-2019, e conselheiros regionais para o exercício 2018-2021 e 2019-2022, assim como a posse da nova diretoria da autarquia e conselheiros com mandato 2018-2021. 

Foi a 610a. Sessão Plenária Ordinária, diplomou a diretoria do Conselho para o biênio 2018-2019.

Download ata aqui Pag1

Download ata aqui Pag2

 

WhatsApp Image 2017 12 13 at 7.50.49 PM

WhatsApp Image 2017 12 13 at 7.51.01 PM

WhatsApp Image 2017 12 13 at 7.51.03 PM

WhatsApp Image 2017 12 13 at 7.51.04 PM

WhatsApp Image 2017 12 13 at 7.51.15 PM

WhatsApp Image 2017 12 13 at 7.51.16 PM

WhatsApp Image 2017 12 13 at 7.51.18 PM

WhatsApp Image 2017 12 13 at 7.51.20 PM

WhatsApp Image 2017 12 13 at 7.51.22 PM

WhatsApp Image 2017 12 13 at 7.51.26 PM

WhatsApp Image 2017 12 13 at 7.51.29 PM

A ONU advertiu nesta terça-feira (5) sobre um aumento da resistência aos antimicrobianos, favorecido pela disseminação de medicamentos e alguns produtos químicos no meio ambiente, que constitui uma grande ameaça à saúde.

Se esta tendência continuar, aumentará o risco da contração de doenças incuráveis pelos antibióticos atuais em atividades tão banais como nadar no mar, advertiram os especialistas reunidos em Nairóbi pela Assembleia da ONU para o Meio Ambiente.

Em um relatório publicado nesta terça e chamado “Frontiers 2017”, os especialistas assinalaram que “a difusão no meio ambiente de componentes antimicrobianos provenientes de casas, hospitais e estabelecimentos farmacêuticos, assim como da atividade agrícola (…), favorece a evolução bacteriana e o surgimento de cepas mais resistentes”.


“A advertência lançada por este relatório é verdadeiramente alarmante: os seres humanos poderiam participar do desenvolvimento de superbactérias devido a nossa ignorância e negligência”, considerou Erik Solheim, diretor do Programa da ONU para o Meio Ambiente.

“Os estudos já relacionaram o uso inadequado dos antibióticos nos humanos e na agricultura nos últimos 10 anos à aparição de uma resistência crescente às bactérias, mas o papel do meio ambiente e da contaminação receberam pouca atenção”, observou.

A resistência antimicrobiana é um quebra-cabeça para as agências de saúde internacionais. Em escala mundial, cerca de 700 mil pessoas morrem por infecções a cada ano.


Um relatório publicado em 2014 advertiu que as patologias resistentes aos antibióticos poderiam matar 10 milhões de pessoas daqui até 2050, o que seria a principal causa de mortes, à frente de doenças cardíacas e do câncer. Seu custo é estimado em 100 bilhões de dólares.

“Poderíamos entrar no que as pessoas chamam de era pós-antibióticos, ou iremos voltar aos anos antes de 1940, quando uma simples infecção (…) era muito difícil, ou impossível”, de curar, explicou à AFP Will Gaze, da Universidade de Exeter, na Inglaterra, coautor do relatório.

Acesse a Nota Técnica com Orientações para a notificação nacional das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS), Resistência Microbiana (RM) e monitoramento do consumo de antimicrobianos - 2018.

Fonte: Revista Istoé

O descarte incorreto de medicamentos que não estão em uso, que perderam a validade ou que estão sobrando é uma situação de risco para a saúde das pessoas e uma agressão ao meio ambiente, por meio da contaminação da água, do solo e de animais. É, no lixo comum ou na rede pública de esgoto, onde é descartada a maior parte desses produtos cuja origem, em sua ampla maioria, são os domicílios. Os perigos estão contidos, também, na destinação equivocada de resíduos sólidos, como lâmpadas fluorescentes, baterias de celulares, entre outros. “A inalação do vapor de mercúrio exalado das lâmpadas fluorescentes, quando quebram, pode causar taquicardia e fechamento de glote”, alerta a DRA. GIZELE LEAL. A farmacêutica GIZELE LEAL é a convidada da “Entrevista Farmacêutica” que vai ao ar, na próxima quarta-feira (13.12.17), para falar sobre o assunto.

A ENTREVISTADA - Farmacêutica industrial pela Universidade Federal de Alfenas (Unifal), DRA. GIZELE LEAL tem habilitação em Homeopatia e especialização em Química pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), em Minas. Em 2006, ao assumir a responsabilidade técnica do almoxarifado central da prefeitura de Ipatinga (MG), sua terra natal, ela se viu diante do desafio de solucionar o grave problema da destinação dos medicamentos vencidos. Foi quando implantou a logística reversa, no Município.

Em 2010, GIZELE LEAL criou, em Ipatinga, a empresa Farmabiente (Farmacêuticos no Meio Ambiente) e, depois, implantou – e coordena -, no Conselho Regional de Farmácia de Minas (CRF-MG), o programa “Traga de volta”, de descarte correto de medicamentos que, hoje, já atende a mais de 20 municípios mineiros. DRA. GIZELE LEAL é conselheira regional de Farmácia de Minas. No CRF-MG, ela coordena a Comissão Assessora sobre Resíduos e Meio Ambiente.

A “Entrevista Farmacêutica” vai ao ar, a partir das 15h30, pela "Rádio Nacional da Amazônia" (Ondas Curtas 11.780 KHz e 6.180KHz), emissora da EBC (Empresa Brasil de Comunicação). Esta entrevista será editada e veiculada, também, por uma rede formada por 2.205 emissoras de rádio localizadas, em todo o Brasil e, também, nos Estados Unidos (Flórida e Connecticut), Argentina, Uruguai, Paraguai e Guiana. A rede é liderada pela “Agência Radioweb”.

Esforço conjunto do CFF e da "Rádio Nacional da Amazônia"/EBC, a “Entrevista Farmacêutica” tem o objetivo de levar à população informações em saúde, com um sentido de utilidade pública. É idealizada e produzida pelo jornalista Aloísio Brandão, assessor de imprensa do CFF, e apresentada pela jornalista Artemisa Azevedo, da EBC.

CLIQUE AQUI E OUÇA A “ENTREVISTA FARMACÊUTICA” AO VIVO. Assim, você acessará a página da EBC. Em seguida, clique em “ouvir”.

Para ter acesso às entrevistas gravadas, entre na página do CFF (www.cff.org.br) e acesse o link para a “Entrevista Farmacêutica”.


Autor: Pelo Jornalista Aloísio Brandão, assessor de imprensa do CFF.

Já está disponível no site do Conselho Federal de Farmácia uma cartilha destinada a gestores públicos, que demonstra o papel do farmacêutico na Vigilância Sanitária. A publicação foi elaborada pelo Grupo de Trabalho em Vigilância Sanitária do CFF. O coordenador do GT e conselheiro federal pelo estado de Pernambuco no CFF, Bráulio César de Sousa, destaca que a competência para a inspeção sanitária e a auditoria em estabelecimentos farmacêuticos é ato privativo do farmacêutico, conforme a Lei nº 3.820/60 e do Decreto nº 85.878/81, que a regulamenta. Portanto, a fiscalização sanitária não pode prescindir da participação deste profissional.

Segundo o presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João, o lançamento da publicação é um esforço do Conselho para divulgar informações atualizadas sobre o amplo trabalho do farmacêutico no setor. Ele lembra que as ações de vigilância sanitária estão fortemente associadas ao bem-estar da população, e destaca que, por este motivo, o CFF sempre trabalhou pelo seu desenvolvimento. O Conselho fez gestão às autoridades pela definição do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária e pela criação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o que veio a acontecer em 1999, por força da Medida Provisória 1.791, convertida na Lei 9.782/99.

“Entendíamos que o Brasil tinha uma enorme necessidade de um órgão central dotado de uma superestrutura que pudesse coordenar todas as atividades do setor”, comenta. Conforme o presidente do CFF, o Conselho também tem se esmerado, com os rigores da lei e de seu papel no fortalecimento da saúde, em editar normas que dispõem sobre a atividade do farmacêutico na vigilância sanitária e a fiscalizar as suas ações, por meio dos conselhos regionais de Farmácia. Assim, o órgão também, contribui para o fortalecimento do sistema de vigilância.

Como exemplo, ele cita as Resoluções números 539 e 542, ambas de 2010, que dispõem sobre o exercício profissional e as atribuições privativas e afins do farmacêutico nos órgãos de vigilância sanitária. “Se as ações de vigilância são instrumentos para garantir o bem-estar da sociedade, esta verdade deve prevalecer para todas as unidades da Federação, seja uma metrópole da dimensão de São Paulo, seja o mais modesto e distante município deste País”, ressalta.

A cartilha vai ser distribuída na 1ª Conferência Nacional de Vigilância Sanitária, em fevereiro de 2018. / O material também será enviado aos Conselhos Regionais de Farmácia e gestores públicos e chefes de vigilância sanitária de todo o País.

Para ter acesso à cartilha, clique aqui.

Conselho Federal de Farmácia - Brasil - Notícia: 01/12/2017 -Farmacêutico, confira o valor da anuidade 2018
A anuidade devida aos conselhos de Farmácia pelos farmacêuticos em atividade no país, no ano de 2018, foi anunciada nesta quinta-feira, dia 30 de novembro, durante a 464ª Reunião Plenária Ordinária do Conselho Federal de Farmácia (CFF), em Brasília. O valor foi fixado respeitando o art. 6º, § 1o da Lei 12.514/11 (confira o teor integral, clique aqui). Veja os valores abaixo:

R$ 443,86- Parcela única, até 31 de janeiro (15% de desconto)
R$ 469,97- Parcela única, até 28 de fevereiro (10% de desconto)
R$ - 522,19 - Parcela única, até 31 de março ou parcelamento em 6 vezes.

Parcelamento
Pelo segundo ano consecutivo, os descontos concedidos (15% e 10%) e o parcelamento (6 vezes) são os maiores já verificados desde a publicação da lei das anuidades. Aplicados os abatimentos, quem optar pelo pagamento de parcela única em janeiro e fevereiro pagará valor menor que a o valor integral de março de 2017.

Novidades sobre remissão 

Durante a 464ª Reunião Plenária Ordinária, foi aprovada a redução de 70 para 65 anos da idade limite para a remissão da obrigatoriedade do pagamento da anuidade. “Esta é uma forma de reconhecermos o empenho de colegas que dedicaram suas vidas à profissão, primando sempre pela ética e pelo respeito ao nosso ofício”, comentou o presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João.


Comparação com outras profissões

Em comparação com as demais profissões, o valor das anuidades para os farmacêuticos tem permanecido na média, conforme o demonstrado no quadro abaixo.

Fonte: Comunicação do CFF

Página 1 de 19